Estávamos na temporada de 1965/66... Os jogadores vitorianos exultavam graças ao golo de Djalma que ajudaria a bater o Sporting por três bolas a duas. Entre eles, de braço bem erguido, o seu parceiro de ataque e um dos avançados mais marcantes d…
Nunca uma imagem terá reflectido tão na perfeição, o que um jogador representou numa temporada para o Vitória. Djalma, com efeito, naquela temporada de 1965/65 foi o Rei dos vitorianos. Uma contratação de efeito imediato, capaz de se impor autom…
O Vitória aprestava-se para viajar até à Venezuela para participar na Pequena Taça do Mundo, onde iria jogar contra a Lazio e o Valencia. Por isso, uma ocasião especial merecia...roupa especial para a grande viagem. Leia-se, fato …
As apreciações axiomáticas serão sempre subjectivas. Dependerão das condicionantes temporais, dos relatos fruto da observação e da paixão de quem assistiu aquelas partidas. Mas aquela equipa de 1965/66, treinada por Jean Luciano, terá juntado tod…
Virgílio Freitas foi dos primeiros grandes jogadores vitorianos. Sapateiro de profissão, viveu os tempos diletantísticos do futebol, sendo uma das figuras de proa dos primórdios vitorianos, ajudando, por isso, a conquistar os seus primeiros títulos…
José Morais foi dos jogadores que mais sentimentos desencadeou nos vitorianos na década de 60 do século passado. Natural de João Pessoa, de bons recursos técnicos, chegou à Cidade Berço graças a um procurador de nome Edivaldo Sousa que, poucos an…
Já aqui falamos da história digressão do Vitória à Venezuela em 1966, onde participou na Pequena Taça do Mundo, com dois parceiros de reconhecido prestígio: os espanhóis do Valencia e os italianos da Lazio. Apesar das duas derrotas …
Era o conjunto sensação do exercício de 1965/66. Uma extraordinária equipa, liderada pelo francês Jean Luciano, e que mereceu um extenso artigo na revista Flama de 29 de Outubro de 1965, qualificando o conjunto vitoriano como "…
Estávamos no início da temporada de 1965/66... O Vitória, presidido por Manuel Cardoso do Vale, olhava para a temporada com ambição, consubstanciada pelas contratações de jogadores como Joaquim Jorge, Djalma ou José Morais. Além…
Vivíamos a preparação da temporada de 1965/66. O Vitória, liderado por Manuel Cardoso do Vale apostara forte, escolhendo o francês Jean Luciano para treinador, que o jornal A Bola garantia ser o contrato mais caro da história do clu…
Já aqui muito se escreveu sobre António Mendes, o Pé Canhão, que chegou ao Vitória proveniente do Benfica no início da temporada de 1962/63. Talentoso, dono de um pontapé bombástico como a alcunha indiciava, aliava isso a um gosto…
António Mendes terá sido dos jogadores mais relevantes da história vitoriana da década de 60. Avançado de grandes recursos técnicos mas, acima de tudo, de pontapé bombástico a fazê-lo merecer o epíteto de Pé Canhão, chegou a Guimarã…
Diz quem o viu jogar que terá sido um dos jogadores mais extraordinários que levaram o Rei ao peito. Ainda que só actuasse no Vitória durante, apenas, uma temporada, Djalma foi capaz de incendiar multidões, marcar golos de antologia…
A temporada de 1965/66 fora extraordinária. Nas asas dos golos de Djalma e da fantasia de José Morais, o Vitória andou nos lugares cimeiros da tabela, findando o exercício num belíssimo quarto posto, que em condições normais daria…
Estávamos em 1965/66... O Vitória tinha constituído uma fantástica equipa, onde pontificavam nomes como os brasileiros José Morais e Djalma, bem como os portugueses Peres e Mendes e que acabara de conquistar um extraordinário quar…
Aquela equipa de 1965/66 fora mágica... Treinada pelo francês Jean Luciano andara sempre pela parte alta da tabela, fazendo os vitorianos sonhar com a melhor classificação de se…
Já aqui se falou da digressão vitoriana à Venezuela, quando no final da temporada de 1965/66 o Vitória disputou a Pequena Taça do Mundo no referido país sul-americano. Entre muitas histórias que ocorreram nessa viagem, algumas já …
A temporada de 1965/66 acabara sob o signo da alegria relativa. O Vitória orientado pelo francês Jean Luciano houvera conquistado um meritório quarto lugar que, por causa do triunfo bracarense na Taça de Portugal, não deu lugar europeu. Contudo, a…
Na história do futebol português estará sempre a incrível gesta dos Magriços. Aquela inesquecível selecção, liderada no banco por Manuel da Luz Afonso e Otto Glória no banco e Eusébio no relvado que, na sua estreia em campeonatos mu…
Manuel Cardoso do Vale fora o homem certo no momento ideal. Depois de um ano de uma Comissão Administrativa em que o clube foi reorganizado, o novo presidente foi capaz de estabilizar o clube desportivamente, conseguindo resultado…