Nunca uma imagem terá reflectido tão na perfeição, o que um jogador representou numa temporada para o Vitória.
Djalma, com efeito, naquela temporada de 1965/65 foi o Rei dos vitorianos. Uma contratação de efeito imediato, capaz de se impor automaticamente com um bis na sua estreia frente ao homónimo sadino, tornando-o de imediato um dos grandes ídolos dos adeptos.
Além disso, pese a indisciplina que sempre o acompanhou e que o terá impossibilitado de ir mais além, ainda conseguiu apontar nove golos em cinco jornadas consecutivas, com destaque para o hat-trick ao eterno rival numa goleada por seis bolas a duas.
No total foram 19 golos em 23 partidas e o desempenho de um papel determinante para a conquista do quarto lugar final, o terceiro de toda a história vitoriana.
Há mesmo dúvidas que, naquele ano, só abaixo do Rei Fundador, esteve Djalma?
