Podíamos escolher qualquer um dos elementos da equipa B vitoriana para escrever este texto. Na verdade, todos eles foram inexcedíveis na obtenção de um feito que a todos nos orgulhou.
Podíamos escolher Gil Lameiras, o homem que, como treinador, conheceu o sucesso em todos os escalões que trabalhou no Vitória e o grande responsável do resgate da equipa B vitoriana das catacumbas do quarto escalão, devolvendo-lhe um rumo e um propósito.
Mas, temos de realçar o capitão de equipa, Hugo Nunes. Por tudo o que representa e o que significa para a equipa!
Na capacidade de superação que mereceu o nosso destaque em Setembro do ano passado, aquando do desafio contra o eterno rival, depois de nove meses de luta contra o seu próprio corpo...para recuperar e voltar mais forte.
No modo como percorreu todos os centímetros de terreno, demonstrando que a sua atitude fora de campo fora inspiradora, dentro de campo foi sempre um verdadeiro capitão, sofrendo, lutando e procurando conjugar o esforço, o suor, com o talento e a inspiração,.
Mas, além disso, o talento que sempre norteou todos os momentos e movimentos da equipa em campo. Aquele passe para o segundo golo foi próprio de quem, para além de saber o quanto é preciso lutar para ser-se feliz, tem em si todo o alfabeto do futebol e que o torneio distintivo dos demais.
Por isso, depois de cumprir a sua missão na equipa B, a porta da equipa A seria um prémio justo... para ele e para muitos mais que serão o futuro do Vitória!
