UMA DEMISSÃO ESPERADA...OU PONDERADA!

António Miguel Cardoso anunciou a demissão, seguindo a promessa que fizera à quarta jornada do campeonato… numa altura em que a remodelação por si levada a cabo estava no seu início!

E aí terá estado o seu maior erro visível, porque, neste momento, desconhecem-se como estará a situação das contas e como as mesmas poderão tornar-se sãs.

Um erro que passou por uma comunicação desastrosa ao prometer um objectivo ousado, ao invés de aludir à profunda remodelação, que bem ou mal, levara a cabo. E seria tão fácil colocar os sócios do lado dele, explicando as razões dessa aposta.

Explicando as razões dessa aposta, sem disparar sobre aqueles que tinha feito partir, como aquela trágica declaração dos “vaidosos” em pleno aniversário do clube. Um novo desastre comunicacional num dia que era de união e transformou-se num indesejável dissenso.

Antes da época chegar a meio, um novo erro comunicacional. A manifestação que fora uma medida acertada anunciar a possibilidade de se demitir, que a equipa melhorara… e que poderia, em caso de necessidade, recandidatar-se.

A partir daí, continuariam os devaneios comunicacionais foram feitos de avanços e recuos, sempre com a “Espada de Dâmocles” a pender-lhe sobre a cabeça. Mesmo com o histórico êxito na Taça da Liga que de pouco lhe valeu… porque já estava refém do passado, ao invés de ser eternizado por esse feito no futuro.

Anuncia hoje o adeus… com a certeza que poderia tudo ter sido tão diferente e merecer um lugar de honra no livro do bicentenário do clube!

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