Foi o único jogador a merecer uma palavra no discurso de despedida de António Miguel Cardoso, o presidente demissionário do Vitória.
Um pouco exacerbado, atendendo à quantidade de jogadores com quem lidou, mas justo se atendermos à qualidade do carácter de Miguel Maga. No fundo, ter-lhe-á faltado só torná-lo representante do plantel nessa saudação.
Porque Maga, sem jogar, foi um exemplo. Dele não se ouviu uma palavra de desagrado, de contestação; nem sequer treinou de cara mais fechada. Ora, se Strata estava melhor, havia que aceitar e continuar a trabalhar com o amor e respeito ao Vitória que tem demonstrado desde que em Vizela, no início de 2022, estreou-se na equipa principal dos Conquistadores.
Mas, mais do que isso. Poderão existir muitos laterais melhores do que ele… que existem! Mas, nenhum o superará na dedicação que entrega ao Vitória. Sempre disponível, é daqueles que tudo deixa em campo. E se faltar, em algum momento, a centelha distintiva dos demais, existirá uma última corrida.
Porque todas as equipas precisam de jogadores assim… porque um plantel não se faz só com os mais vitoriosos! E, Maga, ajuda a perceber a importância de alguém assim no balneário…
