COMO UMA DUPLA DE AÇO AJUDOU A UM SABOROSO EMPATE E A PALATSI MANTER A SUA BALIZA INVIOLADA POR MAIS UM JOGO...

Cléber, capitão vitoriano, discute com Hélder Postiga. Entretanto o seu parceiro de defesa, Paulo Turra, procura acalmá-lo.

Naquela noite, disputado a 13 de Fevereiro de 2005, e após os Conquistadores terem batido o eterno rival graças a um golo solitário do capitão, a equipa orientada por Manuel Machado deu um recital de bem defender frente ao, então, campeão europeu.

Aliás, tal seria confirmado pelo título do jornal Povo de Guimarães de 18 de Fevereiro de 2005, que escreveu "Vitória de ferro no Dragão", complementando que o Vitória fora "tacticamente quase perfeito."

Na verdade, ainda que depauperado de homens como Silva, Romeu e César Peixoto, a equipa constituída por Palatsi; Alex, Paulo Turra, Cléber, Moreno, Rogério Matias; Flávio Meireles, Djurdjevic, Luiz Mário; Rafael e Marco Ferreira conseguiria empatar a partida a zero, sendo que "ficou a ideia, se os vitorianos arriscassem um pouco mais, a surpresa seria maior." Ainda assim, "o empate acabou por ser o resultado mais normal dada a exibição de ambos os conjuntos, em que os avançados estiveram em noite desinspirada."

Ainda assim, merecia destaque o facto de "a defesa vitoriana esteve intransponível", fazendo com que Palatsi chegasse aos 452 minutos sem sofrer qualquer golo. E, esse mérito, tinha de ser atribuído aos centrais Cléber e Paulo Turra, este último que "entrou na equipa em Coimbra e está de pedra e cal, relegando Dragoner para o banco."

E, juntos, criaram um momento icónico...

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