Não era para ser assim!
Na verdade, aquela equipa acalentava fundadas esperanças de apuramento europeu, ainda para mais com o treinador Mário Wilson com poderes reforçados… uma espécie de manager dos tempos modernos.
Porém, tudo começou a correr mal, logo no início daquele ano, quando o treinador foi alvo de uma tentativa de burla no Brasil.
A época continuaria com o Vitória quase a ser “engolido” pelo estatuto do treinador, que foi convidado para ser seleccionador nacional, acumulando funções.
Seria o descalabro, com Wilson a dedicar mais atenção à nova função do que aos Conquistadores. Os resultados decairiam e seriam a gota de água para esgotar a paciência da direcção presidida por Gil Mesquita.
Assim, o treinador não acabaria a temporada, seria numa escaldante assembleia-geral impedido de treinar o Vitória até deliberação em contrário (que nunca existiu), sendo substituído pelo seu adjunto, um dos jogadores mais marcantes da história do clube, Daniel Barreto… que selaria o seu destino, após dedicar ao seu anterior líder da equipa o ponto proveniente do empate no Restelo.
Apresentamos, assim, uma equipa que, sem saber, simbolizou o fim do ciclo do treinador que mais vezes se sentou nos bancos vitorianos… e os jogadores conseguem identificá-los?
