A temporada de 1985/86 estava para começar…
Depois de Goethals ter partido, o Vitória resolveu apostar em António Morais, que já houvera trabalhado no clube como adjunto de José Maria Pedroto nas épocas de 1980/81 e na seguinte.
Mas, para além da ambição que a estrutura demonstrava na escolha do técnico, percursor da filosofia do lendário Zé do Boné, destaque para a aposta em inúmeros jogadores que iriam remodelar a equipa, após a fracassada tentativa de aposta na juventude no ano anterior.
Assim, com pompa e circunstância, no relvado do, então, Municipal surgiram Kléver, Carlinhos, Adão, Nascimento, Vitor Pontes, Horácio, José Alberto Costa, Luís Castro (que viria a ser treinador do clube na época de 2018/19), Cerqueira e Paulo Jorge.
Porém, faltavam dois dos homens que haveriam de se tornar das maiores referências do exercício: o médio defensivo luso-guineense Bobó e um tal de… Paulinho Cascavel que haveria de tornar-se numa das maiores estrelas da equipa.
