MORENO E TOMIC... NA HISTÓRIA DO VITÓRIA POR MOTIVOS DIFERENTES!

Uma fotografia com dois homens que escreveram história no Vitória...

Um deles dispensará apresentações. É parte da mobília, apesar de, actualmente, não estar nos quadros do clube. Mas,João Miguel Moreno foi um pouco de tudo no Vitória. Formado no clube, jogador, com tempo até para sentir saudades dos Conquistadores enquanto esteve no Leicester e no Nacional da Madeira, voltaria para acabar a carreira, integrar a estrutura, ser treinador da equipa B e depois da A, levando-a à Europa.

Foram 14 temporadas como jogador e 5 como treinador das diversas equipas Conquistadoras, num homem que há-de ser vitoriano até à morte...

O outro foi o primeiro germânico a vestir a camisola do Rei. Chegado quase incógnito a Guimarães na época de 2000/01, ganharia, de modo surpreendente, a titularidade a Cândido, o guarda-redes que supostamente seria titular nesse ano. Porém, Tomas Tomic, formado no Bayern Munique, não chegaria ao final da temporada como titular do Vitória. Apesar de ter disputado 24 partidas de Rei ao peito, envolver-se-ia num curioso conflito com o parapsicólogo Alexandrino, contratado pelo presidente Pimenta Machado para levantar a moral do grupo.

Após este ter sido despedido, o guarda-redes diria ao Record de 18 de Maio de 2001 que a sui-generis personagem era "um indivíduo altamente perigoso", considerando que este não era uma pessoa normal. Assim, asseguraria que "“por acreditar em Deus que nunca quis ouvir o que ele dizia”. Aliás, seria por falar muito que seria despedido, atendendo às entrevistas que houvera dado e que levou Pimenta Machado a dizer-lhe, antes de o despedir, que " em tom bastante exaltado: “Você falou muito, já falou demais”.

Tomic, contudo, seria dispensado no final dessa temporada, para não mais voltar a vestir a camisola do Rei... mas, a sua história ficaria na história vitoriana!

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