COMO TAMILA TORNA-SE NUMA DAS FIGURAS MAIS MEDIÁTICAS DAS MODALIDADES VITORIANAS, DEPOIS DE UMA CARREIRA FEITA DO OUTRO LADO DO MINHO...

Tamila Holub tem 25 anos. Nascida na Ucrânia, veio com três para Portugal, abraçando a nacionalidade portuguesa.

Entrou pouco depois para as piscinas, tornando-se, rapidamente, numa daquelas atletas incontornáveis em qualquer prova ou competição, ganhando medalhas atrás de medalhas. Por isso, tornou-se numa das bandeiras do eterno rival do Vitória, o SC Braga, e consequentemente em uma das melhores nadadoras nacionais que representou as Quinas nos Jogos Olímpicos de 2016 e de 2020, bem como em diversos mundiais, o último no presente ano no Qatar, onde se classificou no décimo quinto posto nos 1500 metros livres.

Continuaria a nadar até meio do presente ano, quando, após um segundo lugar na prova dos 800 metros livres dos campeonatos nacionais, anunciou uma pausa na competição, com uma publicação nas redes sociais em que dizia, entre outras coisas, que "este último ciclo [olímpico], apesar de curto, foi muito difícil, e a verdade é que estava a gostar cada vez menos do que estava a fazer. A natação já não me inspirava nem me fazia ‘arder’ da mesma forma, e penso que isso se transmitiu nos resultados”. O seu clube tentá-la-ia demover de tal propósito, mas sem sucesso, pelo menos no que tange a competir com as suas cores

Assim, Tamila e a sua irmã Sofia, de 13 anos, mudaram-se para o Vitória, tornando-se nadadoras do clube do Rei. Além disso, a mais velha será um dos maiores porta-estandartes da actualidade das modalidades vitorianas. Não é todos os dias que uma nadadora de perfil olímpico representa o Vitória!

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