“ - Passado 40 anos, lembro-me bem desse jogo, estava no Farense e tive a tarefa de marcar o Paulinho Cascavel, os adeptos do Vitória não me perdoaram quando eu não o largava.
Final da história passado um ano fui jogar para esse clube maravilhoso, onde estive cinco anos e ainda hoje me considero Vitoriano, independentemente de ter feito formação no Sporting que também gosto.
Mas que me desculpem os Sportinguistas o Vitória é algo inexplicável. Um abraço para os Vitorianos.”
Germano, em 1986/87, a representar o Farense, foi uma verdadeira carraça para Paulinho Cascavel. O craque brasileiro ficaria em branco e o Vitória atrasava-se na busca de um sonho chamado título.
Passadas duas épocas estaria de Rei ao peito, num percurso de cinco temporadas que o levaria a vencer a Supertaça Cândido de Oliveira e a exercer a honrosa função de capitão de equipa.
Um amor que ficou para a vida...
