TÃO PERTO DE TUDO...

Uma equipa com encontro marcado na história.

Podia ter sido tudo.

Durante muito tempo, pareceu mesmo que ia ser.

Andou lá em cima, jogou bem, fez-nos acreditar.

Olhar para o topo deixou de ser sonho, passou a ser ambição.

Mas, como tantas vezes no Vitória, tudo muda rápido.

Da esperança à frustração.

Da euforia à desilusão.

Ainda assim, vale mais olhar para o copo meio cheio.

Porque, no meio de tudo, há coisas que ficam daquela época de 2010/11.

Um novo apuramento europeu, depois do pesadelo de Basileia.

Há momentos que não se apagam: o golo do Faouzi que travou o FC Porto de Villas-Boas,

ou aquela reviravolta épica em Alvalade.

E até na dor houve contexto: a goleada no Jamor custou, claro que custou, mas foi um regresso 23 anos depois.

No fim de contas, soube a pouco.

Mas foi um ano que se sentiu.

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