Mereciam mais...
Mas, aquilo que não se pode controlar teve um papel decisivo no empate a dois.
Aquilo que não se pode controlar, com o agendamento da partida para um dia de semana às 11h00m da manhã. Uma afronta à modalidade, quando se diz que que a mesma deve ser divulgada, apoiada e acarinhada.
Mas, também, a falta de sorte, que, para se ser feliz, é sempre necessário. Na verdade, a dominar o jogo, a vencer por duas bolas sem resposta, e ter terceiro golo anulado e sofrer logo de seguida a redução da vantagem. Depois disso, desperdiçar uma grande penalidade que sentenciaria a partida e, de enfiada, sofrer o empate que reabriu completamente a eliminatória.
Mas, também, a falta de sorte, que, para se ser feliz, é sempre necessário. Na verdade, a dominar o jogo, a vencer por duas bolas sem resposta, ter terceiro o golo anulado numa decisão extremamente duvidosa, em que não se viram as linhas do fora de jogo, e sofrer logo de seguida a redução da vantagem. Depois disso, desperdiçar uma grande penalidade que sentenciaria a partida e, de enfiada, sofrer o empate que reabriu completamente a eliminatória, num lance similar, mas decidido de modo diferente, ao que poderia ter liquidado a meia-final.
Os fenómenos no futebol português são inexplicáveis... mas, sem eles, acreditamos que a equipa de Ivo Roque poderá fazer história e chegar ao Jamor!
