COMO NUMA FOTOGRAFIA ENCONTRAMOS DOIS HOMENS IMPORTANTÍSSIMOS PARA O ÊXITO DO VITÓRIA...

Uma fotografia de dois treinadores no ano de 1958.

Mas, além de dois treinadores, dois homens que foram determinantes na implantação do Vitória no principal escalão português.

Falamos de Fernando Vaz, obreiro do regresso dos Conquistadores à Primeira Divisão em 1957/58 e que se mudara para Os Belenenses, e Mariano Amaro que assumira a equipa, depois de ter-se distinguido como jogador, também, nos homens que levam a cruz de Cristo ao Peito.

Seria na crista da onda que se encontrariam, naquela segunda jornada da segunda volta do campeonato. Com os azuis no segundo posto a um ponto do Benfica, líder da tabela, mas com o Vitória, a sensação daquele exercício, a, também, um ponto do seu oponente daquele dia, 04 de Janeiro de 1959.

Contudo, entre dois treinadores que eram considerados pelas publicações da época como "técnicos portugueses que nada devem aos estrangeiros", sorriria o que tinha abandonado o símbolo vitoriano no final da época anterior, graças aos tentos de Dimas e do histórico Matateu.

Porém, a ajudar a isso, como escreveu o Notícias de Guimarães de 11 de Janeiro de 1959, "a lei das lesões não permitiu que o Vitória demonstrasse a sua real valia." Em especial, as ausências dos goleadores Edmur e Ernesto impediram uma tarde mais feliz! Mas, diga-se, que a derrota não ofuscava a extraordinária carreira vitoriana, que haveria de concluir esse ano num belo quinto posto, só atrás dos quatro mais fortes, de então, do futebol português.


 

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