Não gostamos de falar de arbitragens.
Aliás, nesta página procuramos olhar para outras situações bem mais interessantes e agradáveis.
Contudo, não podemos deixar de realçar o seguinte.
No passado Sábado assistimos a uma arbitragem de Miguel Fonseca na partida entre o Arouca e o Vitória que nos deixou de pé atrás, bem como a do VAR que o “adjuvou”.
De pé atrás, porque existiram dois lances bastante duvidosos na área arouquense, sendo ambos decididos contra o Vitória: ou seja, sem o juiz apontar para a marca de castigo máximo. Além disso, o primeiro golo da equipa da casa, pese embora a desconcentração de Miguel Nóbrega, foi um “lance ao pelo”. Ora, não existindo em Portugal o fora de jogo semi-automático, bastará parar o frame da transmissão um décimo de segundo antes ou depois para se obter um resultado diverso da realidade.
Apesar de todos estes lances, para os comentadores da SportTV, o juiz fez uma arbitragem digna de elogios, quase como estivéssemos perante um Collina em potência.
Hoje, contudo no jornal O Jogo chegou a confirmação que só nós (e muitos vitorianos) pressentíamos… o Vitória foi gravemente prejudicado em Arouca, não obstante, como o treinador referiu, ter deixado de jogar aos 40 minutos.
Mas, a verdade é que se estes “factos” acontecem aos Conquistadores, outras equipas há que com uma grande penalidade por jogo e muitas vezes a actuarem contra dez estão em lugares europeus… com a imprensa continuamente a elogiá-las quase como a quererem justificar o que todos vemos!
