Estávamos em 1961... e numa fotografia percebemos como "isto mudou tudo".
Não fazendo que citemos a mítica expressão de "no meu tempo é que era", mas levando-nos a compreender como a realidade de uma equipa de futebol mudou.
Com efeito, ao contrário do que agora sucede, o Vitória viajava num autocarro comum. A conduzi-la, em vez de um motorista comum, estava o chaufeur da empresa de camionagem que não dispensava o boné tão próprio e identificador da sua função.
Depois, o pormenor do jogador presente na imagem, o defesa António Freitas. Já imaginaram, o que seria nos dias de hoje, ver o uruguaio Rodrigo Abascal ou o espanhol Rivas encostados ao autocarro do clube, com fato de Domingo e de "sapatinho engraxado", a "dar uma passa" num cigarrinho, sem que existisse algum problema com isso? Quantas alíneas do regulamento interno estaria a infringir?
