COMO NA TEMPORADA DE 1985/86, O VITÓRIA ANDOU AO RITMO DO SAMBA, PRINCIPALMENTE GRAÇAS A DOIS NOMES...

O Vitória, desde a chegada de Ernesto Paraíso, no início da temporada de 1955/56, sempre baseou a sua força na aposta em bons jogadores brasileiros. Ainda que o tenha realizado em determinadas alturas mais do que em outras, a verdade é que os craques canarinhos sempre foram de extrema importância para o êxito Conquistador.

Assim, a temporada de 1985/86 não foi excepção, ainda que, apenas, dois deles tivessem entrado na eternidade vitoriana, como dois dos mais extraordinários jogadores que o Vitória possuiu nos seus quadros: o esquerdino Roldão que aqui surge na extrema esquerda da fotografia e o inconfundível goleador Paulinho Cascavel, que, provavelmente, será das maiores lendas do clube, ainda que só o tenha representado durante duas temporadas

Os outros três homens presentes na fotografia, apesar de terem sido merecedores de forte aposta, não foram tão felizes quanto os dois já citados.

Assim, ao lado de Paulinho encontrava-se o avançado César, que apesar das boas referências que trazia até do futebol espanhol onde representara o Sevilha, e até tendo apontado dois golos de Rei ao peito na temporada anterior, nessa pelo surgimento em todo o seu esplendor de Cascavel, só jogaria por três vezes.

Depois, dois homens que nem essa relevância haveriam de ter. Falamos do médio defensivo Cléber Ribeiro contratado ao Fluminense que só foi utilizado em duas meias partes ainda no início do campeonato e Carlinhos um defesa central que nunca haveria de jogar algum desafio oficial de Rei ao peito.

Na verdade, no futebol, como na vida, nem todos teremos o mesmo sucesso...

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