Tinham sido 12 temporadas de Rei ao peito...
Uma dúzia de temporadas que fizeram dele um dos grandes capitães de equipa e sinónimas de 335 partidas de Rei ao peito, em que a sua qualidade no último reduto sempre se evidenciou.
Um verdadeiro símbolo vitoriano, capaz de marcar uma época, e que, por isso, mereceu que o clube homenageasse Manuel Pinto durante a época de 1978/79, numa festa a que, como escreveu A Bola, "as condições do tempo impediram que estivesse presente a quantidade de público que seria de prever, mas mesmo assim, houve um razoável número de espectadores."
Numa celebração definida como "uma festa bonita", dois jogos pontuaram a tarde. Assim, uma contenda entre as equipas femininas do Vitória e da Coelima que terminou empatada a zero, vencendo as vitorianas no desempate por pontapés de penalty por três a dois, e as masculinas do Vitória e do FC Porto que findou igualada a um, triunfando os portistas nos pontapés da marca de castigo máximo por três a um.
Porém, mais do que isso, o essencial houvera sido conseguido e isso passava por celebrar a carreira de um homem que chegara a Guimarães em 1962 e jamais deixaria de sentir o símbolo do Rei...
