COMO APRESENTAMOS UMA FOTOGRAFIA IMPROVÁVEL, DE MORENO A JOGAR CONTRA O SEU CORAÇÃO…

Será sempre dos grandes símbolos vitorianos....

Foram 217 partidas de Rei ao peito, mais 18 em comissão de serviço na equipa B, porque para Moreno, o Vitória sempre foi vivido desse modo: onde fosse mais útil, para onde o chamassem ele dizia presente… no fundo, a velha máxima que muitos de nós utilizamos: ao Vitória nunca se diz que não!

Porém, durante três épocas, o Conquistador esteve despojado da sua segunda pele. Atrás das libras inglesas, abraçou o projecto do Leicester, ainda longe de se tornar no clube que haveria de surpreender o mundo ao conquistar o título inglês.

Todavia, na Velha Albion, sentiu na pele o que queria realmente dizer a palavra saudade. Apenas seis partidas disputadas e a certeza que em Portugal é que era feliz, ainda que o tivesse de fazer pelo caminho mais longo, leia-se o Nacional da Madeira.

Seria com esta camisola que jogaria as únicas partidas contra o clube que há-de ter no coração todos os seus dias… o Vitória. Seria com ela, também, e com Manuel Machado ao leme que teria o “desgosto” de bater os Conquistadores por três bolas a uma, depois de no ano anterior ter sido derrotado por uma bola a zero.

Após esses anos, o chamamento arrebatador e inelutável do Rei seria irrecusável. Voltaria ao Vitória para sentir o afago dos mais próximos, das suas gentes e voltar a sentir-se completo. Seria aqui que terminaria a sua carreira no final do exercício de 2017/18 para não mais deixar de estar junto do Vitória… porém, se sente-se mais à distância, Moreno, de sempre e para sempre um grande vitoriano, terá sentido isso!

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