O QUE EU ANDEI PARA CHEGAR AQUI - IV HELINHO

Nem sempre o futuro radioso que se augura no futebol tem concretização.

Será esse o caso do vimaranense Hélder Fernando Cardoso da Costa, um médio centro formado no Vitória, depois de ter dados os primeiros toques na bola no GD Selho.

Conhecido por Helinho, com 8 anos entraria nos portões da Academia para, desde o centro do campo, comandar as equipas onde se tornou figura primordial, percorrendo todos os escalões formativos com igual sucesso e êxito. Tanto que tornar-se-ia internacional português ao lado de nomes como Gélson Martins, André Silva ou Nuno Santos e culminou na partida do escalão sub-20 frente à Inglaterra em 2014.

Seria o seu canto do cisne quanto à equipa das Quinas e, simultaneamente, o ano da sua afirmação na equipa B dos Conquistadores, que teria continuidade no exercício subsequente de 2015/16 ao lado de nomes como João Pedro, Luís Rocha ou João Vigário.

Seria, o seu último dos 11 anos que viveu de Rei ao peito, no clube que se fez homem. A partir daí, tentaria a afirmação em vários clubes: primeiro o Vizela, seguiu-se o Felgueiras, o Cova de Piedade e a União de Leiria. Até que em 2019/20 chegou ao Fafe, que seria o último clube da sua carreira.

No final da 2020/21, disse basta ao futebol. Com a presença de espírito de ter estudado enquanto jogava futebol, aproveitou o curso superior de Gestão para ingressar na área financeira, virando as costas ao futebol profissional. Fica a dúvida que abraça tantos talentos que nunca atingiram o seu máximo expoente: até onde poderia ter ido?

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