I - Demissão pura e dura
Seguindo as palavras de António Miguel Cardoso naquela tarde de 31 de Agosto será uma forte hipótese.
É verdade que falou a quente. Que criou um cenário que não passava pela cabeça de quem quer que fosse. Que tinha uma legitimidade dada por umas eleições poucos meses antes e que era inatacável.
Ou seja, se for esta a novidade, estará a cumprir uma promessa da qual ficou refém. E não pegará a justificação que tal tirou pressão à equipa… pelo contrário, colocou-lhe uma responsabilidade superior e desnecessária.
II - Demissão, mas…
Na Assembleia-Geral, o presidente vitoriano reiterou que estava convicto que tinha agido bem. Mas, demitindo-se, iria recandidatar-se.
Mas, a pergunta mantém-se. Mesmo tendo essa legitimidade, tal, apenas, confirmará que estará a cumprir o que prometera mas reconhecendo que errou. E que ter-lhe-á faltado frieza num momento que a deveria ter…
Além de que num recente encontro de associados, as declarações das receitas provenientes das vendas de alguns jogadores denunciam essa vontade de continuar.
III - Assembleia-Geral
Também já foi dito que seria marcada uma Assembleia-Geral para os sócios justificarem se Cardoso tem condições para continuar.
Porém, se assim fosse, bastaria o aviso convocatório da reunião de associados.
IV - Nada disto
Pode não ser nada disto.
Ser anunciado o desbloquear da parceria com a VSports; um novo parceiro estratégico ou algo que só a cabeça do líder máximo vitoriano poderá saber.
E vocês o que acham?
