O Vitória partia para aquele ano com ambições de se (re)afirmar novamente na alta-roda europeia...
Com efeito, depois da extraordinária campanha que fizera na temporada anterior, onde sob o comando de Marinho Peres só foi travado pela neve alemã, encetava uma nova aventura.
Aventura essa que como a anterior, começaria num país da Cortina de Ferro, só que em vez de ser na Checoslováquia seria na Hungria, em vez da glamourosa Praga seria a desconhecida e quase por explorar Tatabanya.
Mas, como sempre quando os Conquistadores entram em campo, a intenção será só uma vencer. E foi isso que foi expresso no almoço mantido com os anfitriões, onde o presidente Pimenta Machado e os directores Melo na ponta esquerda (o tesoureiro da direcção) Dinis Monteiro e António Novais (de pé) marcaram presença.
Um repasto regado a laranjada e Cola de leste como a fotografia demonstra, ainda que à beira do presidente dos Conquistadores repouse uma garrafinha que tanto poderia ser de água como de um qualquer vinho húngaro... isso só os presentes saberão!
