Que diriam se a passearem tranquilamente pela praia da Póvoa de Varzim encontrassem o plantel vitoriano tranquilamente estendido na área a deleitar-se com o Sol?
E se entre eles estivessem alguns directores, tranquilamente a apanhar Sol, e entre o plantel estivessem algumas crianças?
Mais do que isso, se, tranquilamente, os componentes da equipa estivessem a fumar um cigarrinho sem qualquer preocupação, sem qualquer complexo de culpa e minimamente preocupado com a imagem transmitida para fora?
Era assim que as coisas se passavam no Vitória em 1964. Com jogadores, directores e famílias, serenamente, a gozar as delícias das praias poveiras.
Já imaginaram se fosse hoje?
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1964/65

