COMO NAQUELE INÍCIO DE ÉPOCA, DAVA-SE VOZ A TODOS PARA PROJECTAR O EXERCÍCIO, SENTINDO-SE VITORIANISMO EM TODAS AS PALAVRAS...

O Vitória para aquela temporada de 1979/80 reinventara-se.

Com efeito, depois da partida definitiva de Mário Wilson, fora escolhido como treinador o argentino Mário Imbelloni que, ainda não se sabia, iria servir de ponte para separar dois períodos no clube: o antes de Pimenta Machado e o após a sua eleição.

Por isso, na preparação de uma época que despertava curiosidade em todos os apaixonados pelos sinais de mudança que trazia, era importante ouvir todos os elementos que pudessem desempenhar um papel relevante nos Conquistadores... até o massagista.

Armando Salgado, durante muitos anos, foi uma figura relevante na estrutura vitoriana. Durante muito tempo foi o homem que garantiu que os músculos dos atletas vitorianos estavam em plena ordem, como garantia naquela entrevista ao Norte Desportivo que tinha os "os jogadores sem qualquer problema de lesões." Mais do que isso, garantia que os atletas "vieram em boa forma física, o que é para assinalar com prazer." Ainda assim, advertia que "um ou outro trará um pouco de peso a mais mas facilmente atingirá as condições ideais."

Por isso, acreditava que a equipa fosse alcançar uma classificação respeitável no campeonato prestes a iniciar-se, sendo, também, o seu enorme vitorianismo a falar. Na verdade, como se escrevia, "confessou-nos sofrer intensamente com as desditas (leia-se derrotas) do seu clube, mas vibrar bastante sempre que ele ganha..." Um sentimento que ultrapassou gerações!

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