Não nasceu no Vitória, mas terá o seu nome associado aos Conquistadores.
Com efeito, foi a sua contratação em 2013/14 aos juvenis do FC Porto, que forneceu um superavit à equipa treinada por Tozé Mendes: um homem de área, temível goleador e capaz de fazer a diferença na área.
José Xavier seria determinante nessa inesquecível fase final ao marcar golos atrás de golos, com especial realce para aquele bis contra o FC Porto, na fase decisiva... com sabor a vingança! Era o ponta de lança que poderia chegar à equipa A, marcar muitos golos, ser a estrela.
E os seus dois anos de júnior não desmentiriam essa ideia. Nos Conquistadores, durante esse período, apontou 21 golos, fazendo por merecer a chamada à equipa sénior, ainda que pela porta da equipa B. Aí não confirmaria os bons predicados dos escalões de formação, fazendo duas partidas na temporada de 2015/16 e outras tantas no ano seguinte, antes de decidir abandonar o Vitória e comprometer-se com o Chaves, que, imediatamente, o cedeu ao Juventude de Pedras Salgadas.
Começaria aí um percurso itinerante que o levou aos sub 23 dos ingleses do Wolverhampton, aos sub-23 do eterno rival vitoriano durante duas épocas, ao Merelinense, ao Maria da Fonte e, por fim, ao São Paio de Arcos, num percurso contrário ao que se esperava... Xavier, em vez de escalar degraus na carreira., foi-os descendo, ao ponto de acabar a carreira de jogador com 27 anos nos distritais.
Daí, abraçaria quase de imediato a carreira de treinador, no mesmo clube. Levá-lo-ia à final da Taça da AF Braga... e com a certeza de querer chegar ao topo através do banco... o futuro, ainda, que em outras funções, ainda lhe pertence!
