COMO SOMOS REMETIDOS PARA CASTRO, UM HERÓI VITORIANO, NUMA PEÇA QUE FESTEJA O NOSSO TEMPLO...


O D. Afonso Henriques é o templo dos vitorianos.
Local de peregrinação, onde se experimentam todas as emoções, onde, apenas, o Vitória interessa.
Inaugurado a 03 de Janeiro de 1965, tem em si histórias mais ou menos escondidas, mais ou menos mediatizadas.
A do primeiro golo apontado naquele local, na nossa opinião, talvez merecesse maior destaque, ainda para mais por ter sido marcado por um vitoriano e vimaranense de gema e dos sete costados. Falamos de Albertino Castro, que na sua vida de jogador, apenas conheceu um clube: o Vitória.
Lançado às feras na época de 1962/63 pelo técnico argentino José Valle, o pequeno e buliçoso extremo seria capaz de constituir uma carreira de Rei ao peito que se prolongou por toda a década de 60 do século passado.
Com instinto para o golo, apesar da sua franzina estrutura física, seria várias vezes aposta para a posição central do ataque dos Conquistadores, merecendo destaque os 8 golos apontados no exercício de 1964/65... entre os quais, aquele que o imortalizará e que foi o apontado ao Belenenses no jogo inaugural do, então, Municipal.
Mas Castro será mais do que isso... será um homem que sempre viveu intensamente a sua cidade e o seu clube. Que nunca pensou nem projectou jogar em outro. Que, ainda, hoje, diz presente ao Vitória... e isso será um dos seus maiores legados!
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